mardi, novembre 14, 2006

nunca tive sorte

no amor. nem em sorteios, bingos, ou jogos.

rifas? se ganhei duas ao longo da vida foi muito.

o time que eu torço sempre perde, e se eu não parar de torcer o quanto antes, o fluminense vai pra segunda divisão.

no trabalho, meus clientes eram os mais sem-dinheiro de todos os clientes sem dinheiro que aquela empresa de recuperação de crédito já teve. a empresa faliu uns dois meses depois que eu saí. meu salário era bem menos de um salário mínimo.

minhas turmas na escola eram as piores da vida dos professores, diziam os próprios. isso em ambas as escolas nas quais estudei. na faculdade não está sendo diferente.

quando eu era pequena meu pai me enxia de amuletos, mas todos se quebravam.

sempre pulava sete ondinhas, enconstava no verde, usava a calcinha da cor x na virada do ano, pra ver se dava sorte. nunca me tirou, adimito. mas também nunca me deu.


e você tá achando meeeeesmo que eu vou passar esse e-mail pra todas as pessoas da minha lista, só pra dar sorte? vai sonhando.. sorte ou a gente tem ou a gente não tem, fato. há quem tenha talento, há quem seja abençoado, há quem seja sortudo, há quem seja tantas coisas.. um email não dá sorte, aprendam isso, definitivamente - e PAREM de uma vez por todas de mandar-los. Vou passar a telefonar pra casa de vocês as 6 da manhã desejando sorte, só pra vocês verem como é bom...

dimanche, novembre 12, 2006

hoje eu escrevi

meu primeiro conto. tá sem final, mas ficou legal. ta seguindo aquele estilinho bem subjetivo, acho que o conto da lygia fagundes telles, "emanuel", me deu uma boooa inspirada.
é uma ficção (lógico, dã) e qualquer semelhança com a (minha) realidade é mera coinscidencia.
só não ponho aqui porque pode pegar mal pro meu lado, algumas pessoas podem interpretar diferente. não quero interpretações, é só um conto, uma historinha, um momento de uma personagem que mora na minha cabeça.
mas ficou legal. o dia que eu escrever um livro de contos, eu ponho ele. aí depois eu te conto.

jeudi, novembre 09, 2006

"Escrever prosa

é uma arte ingrata. Eu digo prosa fiada, como faz um cronista; não a prova de um ficcionista (...) Como um prosador cotidiano, a coisa fia mais fino. Senta-se diante de sua máquina, acende um cigarro, olha atravez da janela e busca fundo em sua imaginação um fato qualquer (...). Ou então, em ultima instância, recorer ao assunto da falta de assunto, ja bastante gasto, mas do qual, no ato de escrever, pode surgir o inesperado"

(O exercício da crônica - Vinícius de Moraes)





vendredi, novembre 03, 2006

Eu Quero A Minha Bola

pra que cinema se você pode acessar gratuitamente o meu blog?
afinal, é natal ou cosme e damião?

é mentira

tchu tchu, é mentira! :D